Noite com chuva
Dia com sol
A dama vestida de branco
Dança, chora, ri.
Eu me vi no espelho,
Esse mundo é assim mesmo
Ou é pura ilusão?
Crianças moram na rua
Cães e gatos também.
Esconde o rosto,
Eles estão vindo!
Cadê você dama branca?
Levanta e mostra o caminho.
A menina absorveu da terra
Dor, rancor, horror.
Ela não pode sozinha.
Eles não deixam a dama emergir
Tingem sua roupa de outras cores,
Geralmente vermelho.
O que fazer?
Deixar o mundo sofrer?
Abra os olhos,
Antes de tudo esquecer.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
domingo, 21 de setembro de 2008
Cries legais
Kricketune's cry: http://veekun.com/files/cries/402.mp3
Lopunny's cry: http://veekun.com/files/cries/428.mp3
Lopunny's cry: http://veekun.com/files/cries/428.mp3
terça-feira, 16 de setembro de 2008
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Quem eu sou
Um bloco de gelo na selva;
Um feixe de partículas alfa;
Um relógio sem ponteiros;
Um conjunto de células;
Um escuro transparente;
Um veneno benevolente;
Um baralho com cinco naipes;
Um peixe fora d'água;
Um rádio sem áudio;
Um televisor bicolor;
Um círculo quadrado;
Um sapato desbotado;
Um planeta distante;
Um telefone sem fio;
Um terror engraçado;
Um deserto abissal;
Um retrato sensato;
Um fruto carmesim;
Um sorriso triste;
Um aquário vazio;
Um floco de neve;
Um grão de areia;
Um céu infinito;
Um odor inodoro;
Um sol noturno;
Um vento breve;
Um limão anil;
Um rio senil;
Um fio vil;
Um til;
~
Um feixe de partículas alfa;
Um relógio sem ponteiros;
Um conjunto de células;
Um escuro transparente;
Um veneno benevolente;
Um baralho com cinco naipes;
Um peixe fora d'água;
Um rádio sem áudio;
Um televisor bicolor;
Um círculo quadrado;
Um sapato desbotado;
Um planeta distante;
Um telefone sem fio;
Um terror engraçado;
Um deserto abissal;
Um retrato sensato;
Um fruto carmesim;
Um sorriso triste;
Um aquário vazio;
Um floco de neve;
Um grão de areia;
Um céu infinito;
Um odor inodoro;
Um sol noturno;
Um vento breve;
Um limão anil;
Um rio senil;
Um fio vil;
Um til;
~
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Gotas
Um pensamento funesto.
Pinga a gota.
Pensamentos ruins...
As gotas não param de pingar no box de vidro temperado.
Pinga a gota.
Pensamentos ruins...
As gotas não param de pingar no box de vidro temperado.
domingo, 5 de novembro de 2006
O acorde
O som que vinha da sala de música lembrava fatos inexplicáveis a Daniel. Sabia que conhecia aquela música, mas de onde?
Numa manhã de sexta-feira, Daniel resolveu ir à sala de música de sua escola para tentar descobrir quem tocara aquela canção que ele ouvira na manhã passada e causara tantos sentimentos. Ao chegar na porta da saleta, o rapaz deparou-se com uma linda mulher vestida em um belo vestido negro.
– O que desejas aqui, rapazinho? – perguntou a bela mulher a Daniel.
– Eu apenas gostaria de saber quem tocou uma canção ontem pela manhã.
A mulher estranhou um pouco a pergunta, mas respondeu:
– Fui eu que toquei. Estava afinando as cordas do meu alaúde. Comecei a trabalhar aqui esta semana como professora de música. Mas, por que esse interesse pela minha canção?
– Não sei explicar direito. Posso dizer apenas que sinto já ter escutado essa melodia...
A professora pediu para que o garoto viesse falar com ela após a aula. O menino concordou com a cabeça e seguiu para sua sala de aula, pois o sinal estava tocando.
A melodia permanecia soando na mente de Daniel. Ele não conseguia fixar a atenção nos teoremas e equações que o professor de matemática explicava. Esperava ansiosamente o encontro com a bela professora de música. Então, o sinal tocou.
Daniel esperou as pessoas saírem da escola e, assim, seguiu para a saleta de música, na qual a professora o aguardava. Ela o cumprimentou com uma mesura e pediu para que ele sentasse numa poltrona cor-de-carne, que estava próxima dos instrumentos musicais. O garoto obedeceu e voltou a perguntar sobre a melodia misteriosa.
Assim, depois de pegar seu alaúde, a bela mulher tocou a canção para Daniel ouvir. Ele afirmou, sem dúvida era aquela canção. Todos os sentimentos misteriosos voltaram à tona e Daniel lembrou algo que o assustou. Ele conhecia a professora de música, porque ela marcara sua vida. Aquela mulher fez a vida dele valer a pena.
Então, a mulher desapareceu como o sol no fim do dia. Entretanto o acorde daquela canção ecoou eternamente no interior do coração de Daniel. Ele conhecia aquela mulher, ele conheceu, um dia, aquela melodia.
Numa manhã de sexta-feira, Daniel resolveu ir à sala de música de sua escola para tentar descobrir quem tocara aquela canção que ele ouvira na manhã passada e causara tantos sentimentos. Ao chegar na porta da saleta, o rapaz deparou-se com uma linda mulher vestida em um belo vestido negro.
– O que desejas aqui, rapazinho? – perguntou a bela mulher a Daniel.
– Eu apenas gostaria de saber quem tocou uma canção ontem pela manhã.
A mulher estranhou um pouco a pergunta, mas respondeu:
– Fui eu que toquei. Estava afinando as cordas do meu alaúde. Comecei a trabalhar aqui esta semana como professora de música. Mas, por que esse interesse pela minha canção?
– Não sei explicar direito. Posso dizer apenas que sinto já ter escutado essa melodia...
A professora pediu para que o garoto viesse falar com ela após a aula. O menino concordou com a cabeça e seguiu para sua sala de aula, pois o sinal estava tocando.
A melodia permanecia soando na mente de Daniel. Ele não conseguia fixar a atenção nos teoremas e equações que o professor de matemática explicava. Esperava ansiosamente o encontro com a bela professora de música. Então, o sinal tocou.
Daniel esperou as pessoas saírem da escola e, assim, seguiu para a saleta de música, na qual a professora o aguardava. Ela o cumprimentou com uma mesura e pediu para que ele sentasse numa poltrona cor-de-carne, que estava próxima dos instrumentos musicais. O garoto obedeceu e voltou a perguntar sobre a melodia misteriosa.
Assim, depois de pegar seu alaúde, a bela mulher tocou a canção para Daniel ouvir. Ele afirmou, sem dúvida era aquela canção. Todos os sentimentos misteriosos voltaram à tona e Daniel lembrou algo que o assustou. Ele conhecia a professora de música, porque ela marcara sua vida. Aquela mulher fez a vida dele valer a pena.
Então, a mulher desapareceu como o sol no fim do dia. Entretanto o acorde daquela canção ecoou eternamente no interior do coração de Daniel. Ele conhecia aquela mulher, ele conheceu, um dia, aquela melodia.
terça-feira, 11 de outubro de 2005
Triste sorriso
Desprezo esse lugar
Que a violência ocupa,
A fome mata
E a hipocrisia fascina.
Gosto do meu lugar.
Onde um sonho bom é realidade.
Onde há um brilho eterno.
Onde existe vida!
Um sorriso triste.
Uma recordação nefasta.
Um passado obscuro.
Uma dança macabra.
Pensamento de que tudo pode melhorar.
O roubo e a miséria não existem.
Olhos cegos pelo capital.
Pesadelos angelicais.
Acredito no sorriso,
Aquele radiante e espontâneo.
Sorriso sem medo.
Canção de ninar.
Dormindo e sonhando,
Tecemos um mundo
Com paz, amor, caridade
E tudo aquilo que vem do coração!
Que a violência ocupa,
A fome mata
E a hipocrisia fascina.
Gosto do meu lugar.
Onde um sonho bom é realidade.
Onde há um brilho eterno.
Onde existe vida!
Um sorriso triste.
Uma recordação nefasta.
Um passado obscuro.
Uma dança macabra.
Pensamento de que tudo pode melhorar.
O roubo e a miséria não existem.
Olhos cegos pelo capital.
Pesadelos angelicais.
Acredito no sorriso,
Aquele radiante e espontâneo.
Sorriso sem medo.
Canção de ninar.
Dormindo e sonhando,
Tecemos um mundo
Com paz, amor, caridade
E tudo aquilo que vem do coração!
Livro familiar
– Eu estava pensando como a vida é frágil. Tudo que construímos será ruínas, mesmo que tentemos passar nossas histórias de vida para nossos filhos, nossos netos e assim por diante. Um fato importante para mim, nunca terá igual importância para você. Envelhecemos sabendo disso e por isso sofremos.
– Deus deu ao homem um grande presente que o torna diferente dos animais comuns. Saber pensar. Porém, esse pensamento não é somente benigno. Através dele, as pessoas sabem que a vida é efêmera e sofrem ao saber que podem morrer a qualquer momento e perder tudo aquilo de bom que elas mesmas construíram.
Ouvi aquelas palavras e refleti o dia todo. Não compreendia direito o que elas significavam, mas sabia que eram verdadeiras. Gostava de saber que eu tinha minha família e meus amigos, sem lembrar que todos vão para nunca mais voltar. Sem saber que, no final das contas, eu estaria completamente sozinho.
Mais um dia começava. Passei a manhã inteira na escola, depois fui para casa. Almocei com minha família, estudei e, então, resolvi ir ver o que passava na televisão naquela hora. Mudei de canal diversas vezes até que uma notícia me chamou a atenção. Um senhor havia falecido, após ser atropelado por um automóvel. Assisti tudo com atenção.
Seu nome era José Alfredo, tinha cinqüenta e nove anos. Morava com a mulher e seu único filho, que era tetraplégico, numa bela casa em um bairro nobre. Trabalhava desde os nove anos na oficina do pai ajudando no que fosse possível. Havia perdido a vida por culpa de uma criação do próprio homem. As pessoas assistiam à sua morte com pena, mas tudo aquilo, logo seria esquecido. Uma pessoa comum deixava a mulher e o filho doente a mingua. Ninguém ligava mais para aquilo. A vida de José terminava ali, mas o tempo continuava a passar.
Ele estudou e trabalhou toda a sua vida para não dar a sua infância para seus futuros filhos. Não queria que faltasse nada à sua família, por isso dedicou cada segundo do seu tempo para projetar, não o seu futuro, mas o dos seus filhos. Sua maior dor era saber que morreria e não tinha tempo para aproveitar as belezas à sua volta. Queria ficar para sempre com seus pais, com sua esposa, todavia não podia.
José queria ser feliz. Superando todas as barreiras, ele construiu um mundo melhor para a mulher. Seu filho nasceu com uma doença sem cura. Não podia movimentar os membros e ficou fadado a residir em uma cama. José sofreu no começo, mas entendeu que aquilo fazia parte da vida. Ele construiu tudo aquilo para amenizar a doença de seu filho e fazê-lo viver sem dor.
Sua vida ficará registrada em um livro para que gerações futuras entendam que, apesar dos obstáculos e de sabermos que iremos dormir para sempre, devemos aproveitar tudo que nosso destino nos mostra. Cada chance é preciosa e saber agarrá-las é muito importante. A vida é um caminho com várias estradas, essa foi a lição que José Alfredo me mostrou.
– Deus deu ao homem um grande presente que o torna diferente dos animais comuns. Saber pensar. Porém, esse pensamento não é somente benigno. Através dele, as pessoas sabem que a vida é efêmera e sofrem ao saber que podem morrer a qualquer momento e perder tudo aquilo de bom que elas mesmas construíram.
Ouvi aquelas palavras e refleti o dia todo. Não compreendia direito o que elas significavam, mas sabia que eram verdadeiras. Gostava de saber que eu tinha minha família e meus amigos, sem lembrar que todos vão para nunca mais voltar. Sem saber que, no final das contas, eu estaria completamente sozinho.
Mais um dia começava. Passei a manhã inteira na escola, depois fui para casa. Almocei com minha família, estudei e, então, resolvi ir ver o que passava na televisão naquela hora. Mudei de canal diversas vezes até que uma notícia me chamou a atenção. Um senhor havia falecido, após ser atropelado por um automóvel. Assisti tudo com atenção.
Seu nome era José Alfredo, tinha cinqüenta e nove anos. Morava com a mulher e seu único filho, que era tetraplégico, numa bela casa em um bairro nobre. Trabalhava desde os nove anos na oficina do pai ajudando no que fosse possível. Havia perdido a vida por culpa de uma criação do próprio homem. As pessoas assistiam à sua morte com pena, mas tudo aquilo, logo seria esquecido. Uma pessoa comum deixava a mulher e o filho doente a mingua. Ninguém ligava mais para aquilo. A vida de José terminava ali, mas o tempo continuava a passar.
Ele estudou e trabalhou toda a sua vida para não dar a sua infância para seus futuros filhos. Não queria que faltasse nada à sua família, por isso dedicou cada segundo do seu tempo para projetar, não o seu futuro, mas o dos seus filhos. Sua maior dor era saber que morreria e não tinha tempo para aproveitar as belezas à sua volta. Queria ficar para sempre com seus pais, com sua esposa, todavia não podia.
José queria ser feliz. Superando todas as barreiras, ele construiu um mundo melhor para a mulher. Seu filho nasceu com uma doença sem cura. Não podia movimentar os membros e ficou fadado a residir em uma cama. José sofreu no começo, mas entendeu que aquilo fazia parte da vida. Ele construiu tudo aquilo para amenizar a doença de seu filho e fazê-lo viver sem dor.
Sua vida ficará registrada em um livro para que gerações futuras entendam que, apesar dos obstáculos e de sabermos que iremos dormir para sempre, devemos aproveitar tudo que nosso destino nos mostra. Cada chance é preciosa e saber agarrá-las é muito importante. A vida é um caminho com várias estradas, essa foi a lição que José Alfredo me mostrou.
A menina que não sabia ler
Mônica é uma deficiente visual desde que nasceu. Nunca havia visto o pôr-do-sol, a lua cheia nem um arco-íris. Vivia em casa, geralmente solitária, ouvindo algumas canções e histórias sobre bruxas e fadas contadas por sua mãe. Ela aprendera muito pouco sobre a vida das pessoas saudáveis. Costumava imaginar como seria o mundo ao seu redor, a natureza, a forma das casas e edifícios, utilizando os seus outros sentidos.
Estava chegando o nono aniversário de Mônica. A mãe da menina perguntava todos os dias o que a garotinha gostaria de ganhar nessa data. Ela sempre respondia a pergunta da mãe com as mesmas frases:
– Quero apenas que toda a minha família esteja unida a mim nesta data tão especial. Não exijo presentes materiais. Exijo apenas sua presença, mamãe, e a do papai. Convide também a nossa querida vizinha. Ela sempre fica comigo quando você tem que sair.
A mãe abraçou a filha com tanta força, após escutar aquelas palavras, que a menina forçou a respiração.
No dia do aniversário, Mônica e sua família rezavam quando a campainha soou. Era a vizinha e sua filha, que tinha a mesma idade que Mônica completava no dia. A garota olhava para a aniversariante com desprezo, enquanto a mesma abraçava-a com ternura e agradecia pela presença.
Enquanto seus pais conversavam com a vizinha, Mônica iniciava uma conversa com Lúcia, a filha da vizinha. A aniversariante contava como era o mundo na sua cabeça, o quanto era bonito o canto dos pássaros e como a sensação da brisa do vento no rosto era gostosa. Lúcia não se interessava pela conversa da menina, parecia não ouvir tudo aquilo que lhe era dito. Então, ela interrompe o pensamento de Mônica e diz:
– Não agüento mais ouvir suas metáforas! Você não passa de uma cega que não sabe o que é viver. Parece acreditar que o mundo é um conto de fadas, que os problemas não existem. A violência, o preconceito, a miséria estão em todos os cantos desse mundo! Será que você não enxerga isso? É mesmo, você não pode ler, não freqüenta a escola e não sabe quão dolorosa é a realidade.
Mônica escutou tudo aquilo e sorriu.
– Eu posso não ler livros ou estudar na escola em que você estuda, mas eu sei que o mundo está doente. É por isso que tento criar o meu mundo. Um lugar onde a felicidade seja o direito de todos. Manter a paz, a generosidade e a honestidade são os nossos deveres. Acreditar nesse mundo me dá forças para querer viver intensamente ao lado da minha família, cultivando o amor. Eu posso não ver com os olhos, todavia eu vejo com o coração. Se todos enxergassem o mundo dessa maneira, estaríamos salvos.
Lúcia olha para Mônica rapidamente e retira-se da festa.
Estava chegando o nono aniversário de Mônica. A mãe da menina perguntava todos os dias o que a garotinha gostaria de ganhar nessa data. Ela sempre respondia a pergunta da mãe com as mesmas frases:
– Quero apenas que toda a minha família esteja unida a mim nesta data tão especial. Não exijo presentes materiais. Exijo apenas sua presença, mamãe, e a do papai. Convide também a nossa querida vizinha. Ela sempre fica comigo quando você tem que sair.
A mãe abraçou a filha com tanta força, após escutar aquelas palavras, que a menina forçou a respiração.
No dia do aniversário, Mônica e sua família rezavam quando a campainha soou. Era a vizinha e sua filha, que tinha a mesma idade que Mônica completava no dia. A garota olhava para a aniversariante com desprezo, enquanto a mesma abraçava-a com ternura e agradecia pela presença.
Enquanto seus pais conversavam com a vizinha, Mônica iniciava uma conversa com Lúcia, a filha da vizinha. A aniversariante contava como era o mundo na sua cabeça, o quanto era bonito o canto dos pássaros e como a sensação da brisa do vento no rosto era gostosa. Lúcia não se interessava pela conversa da menina, parecia não ouvir tudo aquilo que lhe era dito. Então, ela interrompe o pensamento de Mônica e diz:
– Não agüento mais ouvir suas metáforas! Você não passa de uma cega que não sabe o que é viver. Parece acreditar que o mundo é um conto de fadas, que os problemas não existem. A violência, o preconceito, a miséria estão em todos os cantos desse mundo! Será que você não enxerga isso? É mesmo, você não pode ler, não freqüenta a escola e não sabe quão dolorosa é a realidade.
Mônica escutou tudo aquilo e sorriu.
– Eu posso não ler livros ou estudar na escola em que você estuda, mas eu sei que o mundo está doente. É por isso que tento criar o meu mundo. Um lugar onde a felicidade seja o direito de todos. Manter a paz, a generosidade e a honestidade são os nossos deveres. Acreditar nesse mundo me dá forças para querer viver intensamente ao lado da minha família, cultivando o amor. Eu posso não ver com os olhos, todavia eu vejo com o coração. Se todos enxergassem o mundo dessa maneira, estaríamos salvos.
Lúcia olha para Mônica rapidamente e retira-se da festa.
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