domingo, 21 de junho de 2009

Glamorous Sky

したのDEEP SKY
Ah いで
々にがあるの?
Ah んで
すGO
きつぶしたROCKINGSHOES
げるパドル
Flash Back
はCLEVER
Ah, REMEMBER

あのって あのりたい
あのべて いたGLAMOROUS DAYS

したいの?
Ahいて
はきだすGO
したROCK N\'ROLL
いきあがる
Flash Back
のFLAVOR
AH REMEMBER

あのめてこのりたい
あのをつないでったGLAMOROUS DAYS
Mm... glamorous DAYS
れないよ

SUNDAY MONDAY
TUESDAY
WEDNESDAY THURSDAY
... OH...
FRIDAY SATURDAY
EVERYDAY
えるFULL MOON
えてよ


あのってらしたい
このえてくGLORIOUS DAYS


あのってあのりたい
あのべていたGLAMOROUS DAYS

GLAMOROUS SKY..

sexta-feira, 5 de junho de 2009

E esse tempo que passou...

Ei, Fulana... Você lembra do dia em que nos conhecemos? Era uma tarde de sexta-feira, em pleno feriado, e você havia se molhado na chuva que não cessava sequer por um único segundo. Lembro como ainda havia inocência em seus olhos, como seus sonhos impossíveis pareciam ser realizáveis e como a única diversão que nós tínhamos era discutir assuntos sem cabimento.
Sabe, Fulana, às vezes acho que esse tempo não passou. Abro a janela e vejo que o gramado continua verde, apesar das papoulas e dos girassóis não estarem mais lá. Vejo o Sol invadir o meu quarto quando chega novembro e percebo que a rachadura nas telhas da sua casa ainda estão presentes.
Não entendo, Fulana, o que aconteceu conosco. Dois caminhos que se fundiram por vários meses e tomaram rumos tão diferentes no final. Será que isso é o que chamam de destino?
Eu espero que você ainda lembre desses dias, Fulana, assim como eu recordo. Espero que um dia você se pegue lembrando desses dias e note que sua essência humana não está totalmente perdida. Desejo sinceramente, Fulana, que você esteja feliz. Que você fique em paz e traga paz para seu mundo desiludido.

domingo, 31 de maio de 2009

Lá vem chuva, Orkut

o último suspiro do pacote sem rótulo.
o pó que se acumula na margem superior da porta.
o vice-versa que reparte a dívida em dois lucros.
o espelho que analisa sem tecer longos comentários.
o silêncio psicótico do céu nublado.
o enigma que está na questão quemeusou.

sábado, 16 de maio de 2009

Sem título

A tarde que não tinha Sol durava a eternidade. Queria descanso, mas o trivial contínuo o bania. O inesgotável lamento que pedia o fim das algemas nas pernas não conseguia ser superado e o pó das borboletas ficava acumulado na escrivaninha.
A inocência que devia ir embora. A chegada da Caipora. A infecção por catapora deixando suas marcas por alguns dias.
A essência da fermentação: o vinagre a dissipar-se pelos cômodos. Se fazia bem ou mal, não sabia. Naquele momento incomodava, trazia a desordem. Um caos, de repente, sem culpa.
Pungia a garganta. E os dias de escola? Kyoshitsunihaittemoiidesuka?
Cacos de um vaso negro perfuravam as pernas. A fumaça do cigarro matinal na varanda retardava os dias, mesmo que as flores lilás e brancas nascessem ali por perto.
Sei lá, sentimento de culpa, talvez. Só queria que ficasse tudo bem. Não é um cubo mágico por ser mais colorido e aleatório.
Memórias apagadas. Não agora.
E é por isso que não tem título esse texto.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

O pato pateta

Essa é a história de um pato que não era o patinho feio.
Um pato pateta que no meio do lago fazia "Quack" e no final do rio dizia "Quuck".
Que bicho bobo e egoísta.
Animal mais sem sentido e inconsequente.
Por isso que prefiro os papagaios. Imitam, mas imitam direito!

sábado, 11 de abril de 2009

Páscoa

É tempo de Páscoa, momento de renascer.
Bons ventos chuvosos batendo na janela, atravessando frestas e emitindo azul sonoro.
É instante de reflexão. De organizar aquilo que está meio bagunçado, construir novas idéias e receber ovos de chocolate.
Momento perfeito para promover mudanças, para rearranjar as notas musicais da canção que ninguém percebeu anteriormente.
Uma abdicação serena das dores e dos pesadelos.

sexta-feira, 27 de março de 2009

こおり の おおかみ

とおくの おおきな こおりの うえおお おかみ とおずつ とおる。

Drift of the ice by far and large the large wolf afar. (?)

とおくの おおきな こおりの うえおお
おかみ とおずつ とおる。

Oh and by far the towering ice
Knock each distant wolf. (?)

~

なまむぎ, なまごめ, なまたまご

あの ぬのの なは はに?
あの ぬのは なの ない ぬのなの?

このこ なかなか かたかな かけなけったから, なかなかったかな?

わかった? わからない? わかったら 「わかった」と, わからなかったら 「わからなかった」と いわなかったら, わかったか わからなかったか わからないじゃないの?
わかった?

Ou trigo, ou estupro, um ovo cru

É o da ANONU é?
O nariz do NAINU de ANONU?

Como eu chutava KAKENA rígido a partir deste, eu NAKANAKATTA?

OK? Sabe? WAKATTARA "Tudo bem", WAKARANAKATTARA "não sabe" e IWANAKATTARA, não sei ou que não sabem ou compreender?
OK?

Ok... ¬¬'
Traduções engraçadas. :D

domingo, 22 de março de 2009

Vazio

Há dois ou três dias realmente sentia um bem em si.
Há cinco ou seis havia um vazio imenso, uma perda de identidade.
Há oito ou nove dias tudo estava nebuloso, coisas incongruentes demais.
Há doze ou quem sabe quatorze o hoje parecia tão distante...

É estranho sentir a presença do tempo e pensar naquilo que não foi feito.
É extremamente estranho notar a ausência dos fatos concretos e a presença do abstrato.
Estranho é sentir dor e não saber de onde ela vem e o porquê.

O duelo entre titãs de mesma força.
A voluptuosa silhueta por trás das cortinas diáfanas.
A ausência de noção do perigo e do propósito daquele posicionamento.
O mistério na tradução da saudade.

Vazio.
Vago.
Voo.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Magnificent do U2

Magnificent
Oh, oh, magnificent

I was born
I was born to be with you
In this space and time
After that and ever after
I haven't had a clue

Only to break rhyme
This foolishness can leave a heart
Black and blue

Only love
Only love can leave such a mark
But only love
Only love can heal such a scar

I was born
I was born to sing for you
I didn't have a choice
But to lift you up
And sing whatever song you wanted me to
I give you back my voice
From the womb
my first cry
It was a joyful noise
Oh, oh

Only love
Only love can leave such a mark
But only love
Only love can heal such a scar

Justified till we die
You and I will magnify
Oh, the magnificent
Magnificent

Only love
Only love can leave such a mark
But only love
Only love unites our hearts

Justified till we die
You and I will magnify
Oh, the magnificent
Magnificent
Magnificent

terça-feira, 3 de março de 2009

Três anos sem Lôro

Hoje completa três anos que Lôro sucumbiu perante os infelizes acasos do destino.
Um pobre pássaro que ironicamente faleceu debaixo d'água.
Uma ave que não há idêntica no mundo, que adquiriu conhecimentos próprios, superou os seus limites e falou o que todos queriam ouvir.

Em uma manhã de três de março de dois mil e seis ele se foi, com aproximadamente dezoito anos de idade. Um jovem.
Voou para um lugar puro e conseguiu, finalmente, a sua liberdade plena.
Rompeu a gaiola, saltou de seu poleiro e adquiriu o uso livre de suas asas.